quarta-feira, 6 de agosto de 2014

DEPENDÊNCIA EMOCIONAL - DINHEIRO X AMOR

ME DÁ UM DINHEIRO AÍ.


Uma das manobras e subterfúgios dos dependentes emocionais usados com maestria, de fato, são as barganhas que envolvem benesses financeiras e monetárias. Então, temos mães que sustentam os vícios dos filhos, extravagâncias etílicas, consumo compulsivo, confundem supérfluo com necessário. Todavia, temos filhos que, usam e exploram os pais financeiramente. Ora, esses rebentos colocam os pais sem nada, e fazem chantagens de todo tipo. Dizendo as seguintes frases: Não pedi para nascer! Se você me amasse faria isso por mim! Você prefere fulano! Por fim, tal educação, fez a criança acreditar que para amar, torna-se necessário anular-se e sofrer. O amor sem limites; desconhece o não, promove à chantagem, alavanca a ameaça Então, foram criados sob o manto da culpa, sabiamente, ficam ancorados no lamaçal de uma consciência amedrontada. A culpa é o motor de uma educação sem limites. Ex. Mamãe não pode criar, mas, no fim de semana você vai ser recompensado com mimos e presentes. É comum notarmos no consultório mulheres que são exploradas por parceiros, na verdade, elas precisam ser exploradas para, minimamente, compensar a insegurança pessoal e baixa autoestima. O dependente emocional lida com hipocrisia com o poder e com vil metal-dinheiro, onde ele não sabe desfrutar da condição financeira dos pais, sem usá-los.  Em suma, sem o vampirismo e parasitismo financeiro.

psicólogo marcos bersam
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

VALE A PENA SER “BONZINHO”?

VALE A PENA SER “BONZINHO”?

Definitivamente, ser uma pessoa “boazinha” é fácil, ou seja, quando você  concorda com tudo está resolvido a situação. Ora, assim, eis que você incorpora a imagem do “bom moço”; no entanto, nem sempre , essa imagem faz bem ao seu interior. Às vezes,  ser bonzinho não concilia a necessidade de ser justo, não só com o outro, mas , principalmente consigo mesmo. Em suma, podemos dizer que a pessoa emocionalmente saudável gerencia o ímpeto de ser justo com o afã de ser “bonzinho”.  Finalmente, não elencar o senso de justiça consigo mesmo como prioridade, tampouco confere a você a garantia de que  continuará sendo visto como o eterno “bonzinho”. Ser justo, afinal, é a profilaxia correta contra a raiva, culpa e remorso de não ter sabido conviver com seus demônios.

MARCOS BERSAM

PSICÓLOGO

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

ESCOLHA SUAS RELAÇÕES.

O PODER DAS RELAÇÕES


As emoções não respeitam distâncias, os pensamentos contornam obstáculos. Assim, relações afetivas, podem drenar nossas forças, ou serem usinas de incremento de coragem e entusiasmo para nossa odisseia pessoal ,aqui, nesse planeta.

MARCOS BERSAM
PSICÓLOGO

segunda-feira, 28 de julho de 2014

PSICOLOGIA DA FAMÍLIA

FRASE DO DIA

“A NECESSIDADE DO OUTRO PARA SOBREVIVER, NOS MATRICULA NA ESCOLA DO AMOR-FAMÍLIA. SÓ QUE , MUITAS VEZES,  ESSA TRANSFORMA-SE NUM REFORMATÓRIO CRUEL" 
Psicólogo marcos bersam

sábado, 26 de julho de 2014

MITO DA POSSE.

É MEU!
A lista é interminável, aliás, você nem lembra qual foi à última aquisição. Então, o cardápio da posse vai engrossando, na medida em que você vai vivendo, certo? Com um misto de orgulho e vaidade , você, estufa o peito para dizer: meu carro; meu trabalho; meu marido; meu filho; minha beleza, meu cartão de crédito. Enfim, tal vício e compulsão pela posse, nos convida a acreditar que o outro é nossa propriedade, ou, o que é pior, que somos posse dele.  Assim, a ilusão da posse justifica o apego, com o verniz  do AMOR; pronto está montada a equação aflitiva. Acreditar que você tem a posse de algo é a o atalho para a desilusão, e para viver imerso na ansiedade do medo da perda.  Finalmente, despir-se da crença de que algo é sua propriedade;  não obstante , oportuniza , você, desfiliar-se da legião de pessoas que aguardam uma gratidão que, às vezes, nunca chega.

MARCOS BERSAM

PSICÓLOGO

quarta-feira, 23 de julho de 2014

CIBERCONDRIA

HIPOCONDRIA MODERNA


Antigamente, o hipocondríaco queria ficar na sala de espera de consultórios médicos, ou no saguão do pronto socorro, ou seja, a dúvida de que poderia estar com alguma doença grave era mais forte do que qualquer argumento. Os tempos mudaram, muitas vezes, nos dias atuais às pessoas recorrem ao Dr. Google para ver sobre qualquer sintoma, assim, uma dor de cabeça pode ser desde uma TPM até um tumor maligno. Essas pessoas pinçam o que há de pior e mais assustador na internet, logo começam a se identificar com diagnósticos assustadores. A busca desenfreada por informações acerca da sua saúde emocional na internet só aumenta sua ansiedade e mal estar. A hipocondria ganhou novos contornos, ficou mais fácil acreditar em doenças imaginárias, pois o cardápio virtual de moléstias é enorme. O nome dessa nova modalidade é: CIBERCONDRIA.

MARCOS BERSAM

Psicólogo

terça-feira, 22 de julho de 2014

O CORPO FALA.

ENTRINCHEIRADO NO CORPO
Falta de afeto na infância.
É inegável o papel das emoções da nossa vida, assim, apesar do seu caráter imaterial e etéreo. Portanto, sabemos mais sobre às emoções, isto é, pela envergadura de sua demonstração ou acanhamento da ausência delas. Ora, todos,  tem suas emoções com contornos únicos, no entanto, alguns impedem que a epiderme seja a última barreira a ser rompida . Em suma, emoções que foram condicionadas a ficarem guardadas e soterradas, de fato,  são reveladas num corpo encouraçado. Então,  o corpo funciona como termômetro da dificuldade de dizer o que sinto. Aí, temos abraços desprovidos de colorido afetivo, aperto de mãos frio, beijo com sabor de chuchu. Enfim, o corpo é um dos instrumentos e via, por onde pode  transbordar  o afeto . Quando não temos  uma estada “boa” na infância;  ou seja, numa atmosfera que não elencava o toque, o afago e carinho como pilares de uma educação plena, não obstante ficamos mais suscetíveis a sofrimentos futuros. Enfim, o  corpo acaba cobrando um pedágio oneroso para o trânsito livre das emoções no adulto de amanhã.. Finalmente, entrincheirar-se no corpo é a justificativa mais segura para quem não pôde fazer do corpo,  o embaixador do amor e das emoções mais sublimes. Assim, o corpo funciona com algoz e carcereiro dos afetos, estão ali para impedir a lembrança do que um dia nunca se teve.


Marcos Bersam

Psicólogo