segunda-feira, 21 de abril de 2014

DEPRESSÃO


APRENDENDO A RESPIRAR.


A respiração é algo tão elementar, no entanto, quando você está ansioso , aflito, assim, a primeira coisa que entra em desalinho é sua forma de captar oxigênio. De modo apressado, você, respira fora do compasso. Então, garimpar o oxigênio para o interior do organismo, torna-se uma tarefa muito difícil. Assim, a medida emergencial , numa crise de pânico, é focar na respiração, pacificar e harmonizar a forma de respirar. Todavia, com o auxílio do diafragma você pode ter mais sucesso para lidar com as crises de angústia, síndrome do pânico. Finalmente, se você não tem muita intimidade com ele - o diafragma; sempre, é tempo de aproximar e ficar mais íntimo, pois, ali, reside a maleta básica de primeiros socorros das emoções.

Marcos Bersam
Psicólogo

sexta-feira, 18 de abril de 2014

PSICÓLOGO MARCOS BERSAM: Analfabetismo Emocional.

PSICÓLOGO MARCOS BERSAM: Analfabetismo Emocional.: Analfabetismo Emocional. Você não aprendeu a identificar as emoções corretamente, assim, você vai confundindo amor com tesão; depressão...

PSICOLOGIA ONLINE.

Analfabetismo Emocional.

Você não aprendeu a identificar as emoções corretamente, assim, você vai confundindo amor com tesão; depressão com frustração; prazer com felicidade;euforia com alegria; dor com punição, vingança com justiça; orgulho com força; medo com fraqueza; consumo com sucesso. Nesse emaranhado de conceitos equivocados, você, sente que se comporta como um analfabeto das emoções. Todavia, nunca é tarde para voltar para a escola dos sentimentos. Finalmente,  concluir a alfabetização emocional.

Marcos Bersam
Psicólogo

quarta-feira, 16 de abril de 2014

PSICÓLOGO ONLINE

QUANTO VALE SUA INTUIÇÃO?

A intuição avisa e aponta que algo não vai bem no painel mental. No entanto, não fica bem pra você, rebelar-se com sua identidade cartesiana, ou seja – Penso, logo existo! Assim, você vai perdendo a intimidade com sua aptidão nata para se guiar durante a vida, deixando de ouvir o que tem de mais confiável – a intuição. A intuição, de fato, acaba sendo visto como um resíduo desprezível pelo mundo moderno, doravante a falência dessa habilidade nos deixa mais indefesos diante dos desafios cotidianos. Finalmente, quando a razão não der mais conta, o pensamento entrar em colapso e a aritmética cognitiva pedir concordata, talvez, aí, seja a hora de lembrar que , às vezes, subvertemos a lógica cartesiana. Então, não é menos verdadeira a seguinte expressão: Sinto, logo existo!


Marcos Bersam
psicólogo

sexta-feira, 11 de abril de 2014

ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA ONLINE - CONSULTA ONLINE

SIDERURGIA DOS SENTIMENTOS



A robustez e rigidez do aço, então, existem enquanto o mesmo não se expõe ao alto- forno. Por isso, quando o metal está cansado de sua forma, logo sabe que precisa ser submetido a altas temperaturas para ganhar novo corpo, semblante renovado ou curvas novas. A mudança precisa ter como aliada, de fato, não uma brasa modesta, ou um fogareiro tímido. A metamorfose de cada um dos metais está condicionada a uma variação térmica própria. Aliás, a personalidade, também, só está sujeita a mudança, quando os pensamentos e crenças são expostos a situações limites. Assim, coincidentemente, acontece o sujeito ser arrancado da zona de conforto, porquanto a dor, às vezes, é a centelha que aciona a fornalha, que tempera os sentimentos mais arraigados. Finalmente, cada um dos vícios comportamentais está sujeita a uma dose particular de calor para se curvar e abandonar a rigidez de tempos remotos. Então, o orgulho, a vaidade, a arrogância, a empáfia reagem diante do choque térmico da vida, com nuances próprios, inclusive, tal como o aço, acabam sendo vencidos em sua rigidez inicial pela labareda mais instigante: A dor.

MARCOS BERSAM
PSICÓLOGO
CRP 04-12182

contatos:
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quarta-feira, 9 de abril de 2014

LAVOURA DAS EMOÇÕES.

Lavoura das Emoções.

O solo árido e seco não está pronto para abrigar a semente que germinará, assim, o homem do campo apesar da afeição com a terra, não titubeia. Sabe que, para o solo estar apto a receber a semente da próxima safra e colheita é importante sacrifício de ambos.  O solo, então, aceita compassivo o tratamento necessário, sobretudo, precisa ser machucado, revirado, cortado e arado com todo ímpeto. Só assim, tais manobras, com ferramentas cortantes, afiadas e perfurantes, são capazes de promover o solo a palco de glória. Aliás, tornar-se cúmplice de uma colheita exitosa, quando anestesia a queixa justificada.  Algumas situações de nossa existência operam, de fato, do mesmo modo, no solo de nossas emoções e pensamentos. Portanto, apesar do seu terreno mental estar sendo revirado e sangrando pelo uso excessivo de ferramentas externas. Então, pode ser o momento de aproveitar as fendas, cicatrizes e feridas abertas, inclusive, para fertilizar, agasalhar e  germinar a semente da mudança, pois em solos machucados a lavoura promete.

MARCOS BERSAM

PSICÓLOGO CLÍNICO

quarta-feira, 2 de abril de 2014

PERGUNTA ERRADA!


TELEFONEMA DESASTROSO.

Era para ser, apenas, mais uma ligação atendida por você, assim, quando atende, não esconde sua perplexidade com a seguinte indagação: QUEM TÁ FALANDO? Na minha humilde pesquisa, que fiz com alguns amigos, todos, foram unânimes em afirmar detestar tal abordagem. Assustadoramente, algumas pessoas não consideram que uma pergunta dessa natureza no principio de um telefonema, seja capaz de causar uma reação de desconfiança e defesa instintiva do ego. O descuido gramatical induz você, às vezes, colocar o outro na defensiva. Os estranhos devem percorrer o caminho da apresentação polida e cortês. A pressa, é inimiga num início de diálogo, esquecer-se da educação, também, agrava mais o problema. Aliás, espera-se que, quando alguém tenha o intuito de ligar para você, saiba de antemão com quem esteja falando. Entramos numa fase, que o elementar precisa ser revisto, outrossim, ao ligar para alguém dispense a pergunta fora de momento e se lance no propósito de se apresentar antes de qualquer coisa. As saudações, os cumprimentos, a etiqueta social básica estão sendo negligenciadas nos tempos modernos. A pergunta deve ser usada no momento oportuno, no compasso da abertura afetiva do outro. A primeira coisa é esmerar a sua apresentação, inclusive, com isso, você dá direito ao seu interlocutor de decidir, também, se deseja ou não continuar o diálogo. Ser confiscado nesse direito é violência. Enfim, fica a seguinte dica: - uma simples pergunta, entretanto, não dispensa o mínimo de intimidade.

MARCOS BERSAM
PSICÓLOGO CLÍNICO