segunda-feira, 18 de julho de 2011

ONDE ESTÁ A SAÍDA DOS SEUS PROBLEMAS?



Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado, e inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.

Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados próximos ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.Há pessoas como o falcão e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima. Se você está como um zangão ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados... olhe para cima! Às vezes só vemos obstáculos, quando a saída está mais próxima do que imaginamos.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

VIVEMOS ESPERANDO.

olá amigos do blog, que tal começarmos bem a semana curtindo J. Quest. Que tal não esperarmos tanto e começarmos hoje mesmo buscar nossos sonhos no aqui e agora.

Dr.marcos bersam

Dias Melhores - Clipe - Jota Quest

quinta-feira, 7 de julho de 2011

OBRIGADO !



Olha quero agradecer em especial a minha cliente lá da Alemanha que sempre contribui com conteúdos inteligentes; pois essa ajuda é muito oportuna haja vista que chega sempre quando estou em falta com conteúdos novos e inteligentes. Até porque todos estão fartos das imbecilidades da grande mídia.

obrigado.

Poema em Linha Reta - Fernando Pessoa

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Como resolver um problema!


Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O Grande mestre convocou então, todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela.

O mestre, com muita tranqüilidade falou:

- Assumirá o posto, o monge que conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.

Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma flor de extraordinária beleza a enfeitá-lo. E disse apenas:

- Aqui está o problema.

Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada olhou o mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e...zapt! ...destruiu tudo, com um só golpe.

Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o mestre disse:

- Você é o novo guardião. Não importa que o problema seja algo lindíssimo. Se for um problema precisa ser eliminado.


dr.marcos bersam

domingo, 3 de julho de 2011

NEM SEMPRE COMPETÊNCIA É SAUDÁVEL.

  • Quando a neurose é enaltecida. Porque não consigo terminar minha relação?
  • É bem verdade que a minha meia dúzia de leitores deve estar asseverando que estou sem assunto e não tenho mais do que falar no site; olha é bem verdade que às vezes tem sido muito difícil me inspirar; talvez seja a confusão de estações do ano; pois já chegou o inverno e o frio está menos intenso. Sei lá se isso afeta alguma área do cérebro. Coincidência ou não o inverno com a temperatura baixa faz minha agenda no consultório ficar mais solicitada. Dizem que de médico e louco todos tem um pouco; vamos admitir que muitas vezes queremos sugerir, aconselhar e apontar defeitos e dificuldades na personalidade do outro; e outras vezes admirar e se inspirar em comportamentos tidos como exemplares. Olha se eu lhe dissesse que o sujeito é responsável; confiável; meticuloso e competente e que outro é carente, frágil, incapaz e incompetente. E lhes perguntar o que se assemelha nessas duas personalidades; por incrível que pareça podemos estar falando em ambos os casos de sujeitos neuróticos. Você amigo leitor deve estar pensando como assim Psicólogo; é verdade a doença mental no caso a neurose aparenta ser diferentes; mas todas aparentam em sua dinâmica sofrimento e elevada ansiedade diante de situações cotidianas. O limiar da doença não está no fato de se sentir competente ou incompetente; ou seja o senso de competência extremada não absolve o sujeito da doença; pois o competente extremado; o perfeccionista de plantão quer dizer algo; ou as vezes pedir socorro. Nesse caso isolado temos de um lado uma personalidade obsessivo compulsivo; nessa modalidade de neurose temos indivíduos que são perfeccionistas; severos consigo mesmo e exigentes com os demais; para eles os outros são incompetentes e irresponsáveis. Esses indivíduos gostam falar “eu sei o que é melhor”; “os detalhes são cruciais” “as pessoas deveriam se esforçar mais” agora imagina um sujeito desses num relacionamento ou como pai. Não precisa comentar e imaginar que o outro que se envolve com ele se sente tolhido e controlado; até porque para essas pessoas a criatividade passa longe de sua conduta; um trabalho que requeira inovação; ousadia; empreendedorismo é evitado. Essas pessoas são hábeis em criticar; avaliar; e punir. Na verdade nossa educação enaltece pessoas assim; pois ninguém vai discordar que o capitalismo precisa dos neuróticos obsessivos compulsivos bem como algumas instituições bem autoritárias também; haja vista alguns fanáticos religiosos ou grupos de determinada ideologia. A dúvida; o questionamento e a liberdade de expressão causam determinada angústia. Já a outra personalidade é conhecida como transtorno de personalidade dependente. Espera sempre que o outro seja nutridor; competente; ou seja, o outro passa a ser idealizado. O outro não é real; é comum ouvir de pessoas que apresentam tal transtorno: “eu preciso de você para viver” “ sem você não sou ninguém” “ se você me largar eu morro”; ou seja o outro não é coadjuvante no alcance da felicidade; sem ele sou incapaz. Na verdade temos nessa personalidade uma dinâmica que mantém relacionamentos dependentes. Estou querendo dizer que temos certo grau de dependencia sim ; mas não podemos acreditar que precisamos do outro para ser feliz; então imagina um encontro casual numa festa de um obsessivo com um transtorno personalidade dependende. Pode ter certeza que em breve os mesmos juntaram as escovas de dentes; ou seja um busca no outro o que falta em si. Um desavisado pode achar que está diante do casal de comercial de margarina; já viram nesses comerciais como o casal é perfeito; jovens, ricos e bem sucedidos; viril; sensual e tem filhos que parecem acordar com os dentes escovados e os cabelos penteados. E sem falar naquela mesa farta de café da manhã; muito perfeito pra ser real. Depois que passa a fase da conquista é aquela velha estória;: Doutor sei que não amo mais meu marido; mas não consigo sair da relação. As amarras que os une transcende a compreensão racional; os laços ou grilhões foram forjados na profundezas das crenças e esquemas inconscientes. De modo geral a parte menos doente quer sair da relação; mas a mais comprometida faz ameaças e chantagens; ou seja quer impedir o outro de evoluir; as vezes reforçada pelos aparelhos institucionais da sociedade; família e igreja. Então lembrando a célebre frase: “ninguém de perto é normal” é bem verdade; nossas neuroses as vezes se explicitam nas melhores intenções e nas virtudes mais aplaudidas da sociedade capitalista; enquanto miramos no que parecem mais vulneráveis e doentes vamos nos enganando e acreditando que somos o lado bom. Então é chegado a hora de entender que qualquer doença vive e sobrevive de um pacto; então se você está com alguém doente é porque você também tem em você um lado enfermo bem acentuado; pois quando a saúde quer manifestar não há prisão ; masmorra ou relacionamento que impeça do seu renascimento acontecer.

Dr.marcos bersam

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