quarta-feira, 2 de maio de 2018

Sucesso Profissional - Psicólogo Online

NA MAIORIA DAS VEZES IGNORADO, É QUE O APERFEIÇOAMENTO PESSOAL GERALMENTE LEVA AO SUCESSO PROFISSIONAL, MAS RARAMENTE ACONTECE O CONTRÁRIO.

livro: O Ego é seu inimigo

sexta-feira, 27 de abril de 2018

DEPENDÊNCIA EMOCIONAL- Psicólogo Online

Barganha Emocional.

A confiança em si mesmo e a autoaceitação são construídas desde muito cedo, assim experimentar a sensação de ser amado o quanto antes imuniza de inseguranças, complexos e medos na vida futura. O amor na infância disponibiliza reservas afetivas para desafios futuros, criticas excessivas, obstáculos desafiadores e chantagens descabidas em nome do "amor".

No entanto, algumas pessoas tem que conviver com uma certa barganha emocional desde novas, por exemplo, quando criança deve comer verdura para ganhar o brinquedo, não errar para ser aceito, perfeito para provar seu valor, passar no vestibular para obter o carro, estudar para ser alguém, o diploma para sentir-se importante, o dinheiro para medir o "sucesso", o relacionamento para não sentir-se desamparado.

Quando a recompensa não acontece no tempo que você planejou ou que o outro prometeu, eis que surge a dúvida de estar fazendo a coisa certa. Por último, a confiança de ser amado, principalmente, na infância lança as bases da autoestima e liberta do medo e da culpa de não conseguir corresponder a exigência do outro para continuar te amando.

marcos bersam
psicólogo

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Sequestro Afetivo -Psi Online

"ALGUNS RELACIONAMENTOS NÃO SÃO OUTRA COISA SENÃO UM SEQUESTRO EM COMUM ACORDO."

RISO

Psicólogo Marcos Bersam
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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Relação sem solução - Psicologia Online

A VIDA PAROU EM ALGUM LUGAR ENTRE A IMPOSSIBILIDADE DE COLOCAR UM FIM NO RELACIONAMENTO E O MEDO DE ENSAIAR UM RECOMEÇO.

Psicólogo Marcos Bersam

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Cuide de si mesmo.

O APEGO EMOCIONAL NASCE DA CRENÇA DE SER INCAPAZ DE CUIDAR DE SI MESMO. QUANDO A FONTE DE SEGURANÇA ESTÁ DO LADO DE "FORA" DE NÓS, COM CERTEZA, IRÁ GERMINAR O MEDO E O APEGO.

Psicólogo Marcos Bersam

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Inimigo Interno - Psicólogo Online

OS INIMIGOS DA LIBERDADE E DA MUDANÇA SÃO OS HÁBITOS, QUE NOS MANTÉM CONFORTÁVEIS DA MANEIRA QUE SOMOS.

O CONNOR

Psicólogo Marcos Bersam

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Liberte o querer do outro - Psicólogo Online

PERMITA O QUERER DO OUTRO NÃO SER ESCRAVO DE SUAS URGÊNCIAS EMOCIONAIS.


Psicólogo Marcos Bersam

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

O despertar do Desejo - Psicólogo On line

O SONHO TEM A TAREFA DE DESAFIAR A SENSATEZ, IRRIGAR A ESPERANÇA, INTEGRAR O INCONSCIENTE, QUESTIONAR HÁBITOS E RESTABELECER O GENUÍNO QUERER.


Psicólogo Marcos Bersam

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Bem intencionado? Psicólogo Online

VOCÊ CONEHCE ALGUÉM A QUE DESEJA MODIFICAR, ACONSELHAR E MELHORAR? ISSO É MUITO BOM. ESTOU INTEIRAMENTE A FAVOR. MAS POR QUE NÃO COMEÇAR POR SI MESMO?

DALE CARNEGIE

Somos muito bons em ensinar aquilo que precisamos aprender, assim é muito mais fácil falar para o "outro" o que  ainda  precisamos aprender. O orgulho acaba sendo um obstáculo para a pessoa enxergar suas limitações e necessidades, ou seja, distorce a percepção. Por fim, a tentativa de ensinar , por vezes, é uma tentativa de jogar um pouco mais de purpurina num ego envaidecido.

Marcos Bersam
psicólogo

terça-feira, 10 de abril de 2018

Loucura Necessária - Psicologia Online

'PESSOAS QUE FAZEM LOUCURAS NÃO SÃO NECESSARIAMENTE LOUCAS"

Elliot Aronson

Uma das funções do sonho é desafiar o senso de normalidade, integrar o inconsciente, fazer as pazes com sua vocação existencial, renovar sua digital emocional. Por fim, momentos de coragem para assumir suas "verdades" causam estranheza para o "outro",  que ainda não reconheceu o quanto é necessário de "loucura" para não ser eterno prisioneiro do senso de sensatez.


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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Orgulho - Psicólogo Online

É IMPOSSÍVEL APRENDER AQUILO QUE CONSIDERAMOS JÁ SABER"

EPITETO


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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Complexo de Superioridade - Psicólogo Online

"Até a mais alta montanha tem animais, que quando estão sobre ela, são mais altos do que a montanha"

                                                         Gêngis Khan


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quarta-feira, 4 de abril de 2018

ESFORÇO INÚTIL - Psicólogo Online

Até quando você vai viver desse jeito?

" Todos nós desperdiçamos parcelas preciosas de nossa vida fazendo coisas de que não gostamos para provar algo a pessoas que não respeitamos e conseguir coisas que não queremos"


livro: O ego é seu inimigo.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

QUANDO O ELOGIO FAZ MAL


Quando você faz uma pessoa acreditar que ela é “brilhante”, “talentosa” e“genial”, sem dúvida, é com a melhor da intenções.

No entanto, algumas pessoas, por precisarem manter a crença e imagem de que são “perfeitas”, quando muito elogiadas, temem aceitar novos desafios  porque acreditam que não irão conseguir corresponder às supostas expectativas externas.

Sendo assim, essas pessoas procuram desculpas e justificativas para o imobilismo, a fim de preservar uma imagem mítica construída por aqueles que diziam lhes amar.

Hoje se sabe que, grande parte das pessoas que se sentem fracassadas,foram prisioneiras de uma imagem-Ego, alicerçada em elogios irrestritos e patrocinados pelo amor incondicional.

O desafio é mais facilmente aceito quando temos a compreensão de que podemos, em determinadas ocasiões, não conseguir realizar algo, sem que isso nos faça nos sentir aniquilados.

A vergonha e o medo são sentinelas do fracasso pessoal, e é por isso que o período em que mais aprendemos é na infância, época em que nossos medos e vergonhas estão ainda guardados nas gavetas da inocência.

Não se espante em ter diminuído sua evolução quando acreditou ter se tornado um adulto. Quando desejamos nos tornar adultos, muitas vezes passamos a querer corresponder às idealizações do ego e nos tornamos escravos do olhar julgador do“outro”. Assim sendo, somente evolui quem não possui compromisso em acertar sempre e não fica desapontado ou encabulado com suas limitações pessoais.

Nunca é tarde para enaltecer o esforço, ao invés do “brilhantismo do ego”, pois corresponder à imagem de “gênio” é causadora de dúvidas torturantes, ou seja, uma usina de ansiedade. A necessidade de se afirmar o tempo todo é cansativa e desgastante, tal como acontece com o perfeccionista, que é um prisioneiro da insegurança.

Se reconhecer como uma pessoa disciplinada e esforçada, às vezes, é o primeiro passo para evoluir na “derrota”, “fracasso” e adversidade, não temendo ou se envergonhando por não ser “maravilhosamente incrível “em qualquer situação.

Liberte-se da obrigação de elogiar sempre e "ajudar"a construir pessoas incríveis e brilhantes. Opte por dar oportunidade de enaltecer os feitos construídos pelo esforço e disciplina.

Psicólogo Marcos Bersam.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

PEDAGOGIA DO AMOR

SEMPRE ENSINANDO.

A esponja não é parente das crianças, porém são semelhantes na capacidade de absorver. A habilidade que a criança tem de imitar e aprender é impressionante, aliás, mesmo quando não temos a pretensão de ensinar algo. A aprendizagem é ininterrupta, ou seja, aprendem o tempo todo o que deve e, principalmente o que não deve.

A tomada de consciência de que você é professor com suas atitudes e comportamentos o tempo todo, em tese, deveria aumentar sua responsabilidade. Por fim, quando você é severo ao extremo e só tem olhos para a crítica está ensinando ela a ser um adulto que terá facilidade em condenar e julgar os outros.

Liberte-se da obrigação de ser perfeito e acertar sempre, logo permitirá que a criança seja tolerante e aprenda com seus próprios erros sem culpa.


marcos bersam
Psicólogo
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

EDUCAÇÃO EMOCIONAL

FRUSTRAÇÃO NECESSÁRIA.

Não precisa ser Psicólogo para saber que toda criança precisa de: amor, atenção, proteção, afeto, acolhimento, segurança, e toque. No entanto, algumas pessoas esquecem que também há necessidade de vivências gradativas de frustrações.
De fato, aprender a conciliar o que se quer com o que é possível é um aprendizado fundamental para a vida futura.
A pedagogia da frustração ensina, desde os primeiros momentos de vida, que o tempo de querer difere do tempo de poder. É necessário aprender que nem sempre o desejo dá o direito de obter e faz entender que o que se quer não coincide , por vezes, com o que se precisa.
A ausência de frustrações na infância faz o indivíduo crescer sem o senso de perseverança, resiliência, equilíbrio e segurança. A incapacidade de lidar com situações frustrantes gera estados ansiosos crônicos na vida adulta.
Portanto, não permitir que a frustração faça parte do cenário mental é criar um situação de superproteção que pode minar a autonomia e segurança na vida adulta.

marcos bersam
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

A ARTE DE AMAR.

PODER DA NECESSIDADE.
Por que escolho sempre o mesmo tipo de pessoa para me envolver?

Sou capaz de assegurar que você não precisou sair de sua caverna, hoje, pela manhã, pra caçar, para poder degustar seu café da manhã saboroso, certo? Então, bastou você ir até à padaria ou mercado de sua preferência e buscar o alimento pronto para consumo.
Ou seja, a sua necessidade de alimentar-se, o instinto de sobrevivência, fez com que você precisasse de outro.
A necessidade de conviver com o outro é filho da necessidade. E, por falar nisso, temos necessidades, de todo tipo e para cada situação. Necessidade de alimento, aprender, sobreviver, lutar, proteger, fugir e, claro, a mais significativa, a de sermos amados.
De fato, nossas necessidades nos empurram para relações, assim, dependemos do padeiro, do homem do campo, do motorista, da cozinheira. Na impossibilidade de sermos autossuficientes precisamos nos relacionar com o outro.
Se toda necessidade nos obriga a depender do outro e constrói relacionamentos, já parou para imaginar quando a necessidade é de ser amado?
Como escolhemos a pessoa que vai suprir essa necessidade de amor?
Será que escolhemos de fato?
Tal pessoa está apta a nos amar?
Sabemos amar a nós mesmos?
Como saber a hora de terminar uma relação que não é mais saudável?
Por que sempre escolhemos o mesmo tipo de pessoa?
Qual a motivação que nos faz sofrer para tentar amar?
Como nos relacionamos conosco mesmos? Fomos amados? Sabemos amar?
Ufa! Tantas perguntas e pouquíssimas respostas e certezas.
A maior necessidade do ser humano é a de amar e ser amado. Portanto, por necessidades não tão significativas já arrumamos uma confusão danada, certo?
Houve uma época que não precisávamos de esforço para nos mantermos vivos. Por exemplo, dentro do útero não precisávamos de esforço nem mesmo para respirar. Depois do "bendito" corte do cordão umbilical, a vida espera de nós esforço, trabalho e vontade para continuarmos aqui do “lado de fora”.
A trajetória é rápida demais, em instantes aprendemos a falar, andar, manusear os talheres, a cuidar da higiene corporal.
No entanto, uma das últimas habilidades é aprender a cuidar de nossas emoções, sermos seguros, aprendermos a saber quando vale à pena continuar num relacionamento afetivo.
Eita!! Coisa difícil, né?
A nossa dependência inicial, nossa fragilidade total nos primeiros instantes de vida nos confunde. De algum modo, acreditamos que a nossa realização pessoal, o cuidado conosco virá de “fora”. Um número expressivo de pessoas, acreditam, especificamente, que advém de um relacionamento afetivo.
Apesar de termos crescido, aparentarmos ser adultos, ainda continuamos nos comportando com crianças inseguras e indefesas, frequentemente esperando que o outro venha ao nosso socorro emocional.
O relacionamento em alguns casos é a institucionalização ou o álibi de uma muleta emocional, sem estar lembrando que agora, sim, nós somos capazes de cuidar de nós mesmos sem precisarmos ficar apreensivos e temerosos de não termos nossas necessidades emocionais-carências, supridas pelo outro. A necessidade emocional desse quilate faz com que entendamos que ela não nos confere o direito de exigir do outro o cuidado que, nem mesmo, nós conseguimos dispensar a nós mesmos.
A necessidade de ser amado é indiscutível. Contudo também é um dever termos consciência de que torna-se imprescindível sermos capazes de viver por nós mesmos e não apenas em prol do outro. Por fim, saber que nossa necessidade não deve aprisionar nosso direito de escolha de uma relação assertiva, saudável e benéfica sem a expectativa de sermos salvos por relacionamentos milagrosos.
MARCOS BERSAM.
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

COMO PARAR DE SOFRER POR UM "AMOR"DOENTIO?

RELACIONAMENTO PERIGOSO
Não aguento mais falar disso!

Ah! Não tinha como disfarçar o seu incomodo, não se tratava de nada alheio ou fora de seu universo. A sua fala repetitiva já não era suportada por ela mesma. De fato, nos últimos tempos, também, acreditava que ninguém mais aguentava ouvir a mesma história.

-Como você aguenta ouvir isso de novo?

A frase era apenas uma senha para si mesmo, ou seja, permitir a tentativa de continuar a absolver sua consciência da culpa de estar presa numa rotina condenada por todos, mas, principalmente por ela mesmo. Era necessário falar um pouco mais daquele relacionamento.

A tentativa de entender aquele relacionamento era um atalho para compreender a si mesmo.

A verdade é que sempre nutriu o desejo de mudança daquele homem, sem saber construiu passarelas mentais de expectativa. A vontade dela tinha ficado adormecida, assim sem saber onde tinha ido parar seu livre arbítrio não acreditava mais na possibilidade de fazer diferente.

A vontade quando fica confiscada na relação indica grau de adoecimento severo. A neurose confisca o livre arbibrio.
Aquele sofrimento emocional que já não era atual, isto é, nascia na ilusão de que ela precisava mudar o outro.

A falta de resignação e a consciência de que era impotente; sim, diante da vida do outro, fazia sua aflição ganhar contornos desesperadores.

Aquela mulher estava sedenta pela mudança externa, porém necessitava de começar o quanto antes a transformação interna. O primeiro passo,com certeza, seria não usar mais as passarelas mentais da expectativa; abandonar as alamedas de uma esperança vencida. Afinal, entender que aquele homem era o que podia ser naquela momento de vida.

Respeitar a impossibilidade do outro; também nos alerta de nossos limites.

Deixar de entender os motivos dele para agir como sempre agiu, em tese, era o primeiro passo para alforriar a si mesmo de sua masmorra mental. Enquanto houver curiosidade pelos motivos do “ outro”, também haverá expectativas e cobranças.

A sua vaidade era alimentada pela promessa de mudança dele.

A sua vaidade estava condicionada a um desafio enorme:

- Sou capaz de mudá-lo!

A dor e desassossego iriam embora quando chegasse a consciência da impossibilidade de mudar o outro, por exemplo conceder a liberdade de deixar aquele homem seguir sua vida como sempre fez.

Ela não precisava ter medo de uma despedida; afinal ele nunca chegou.

A ideia de que houve uma chegada e uma começo, também fazia nascer o pensamento de despedida e abandono.

A impossibilidade da relação fazia despertar nela o seguinte pensamento:

-Não sou capaz de despertar o amor de ninguém.

Ela sempre precisava contar a mesma história; pois, no seu íntimo, a repetição gerava nela o ensaio de um fim necessário e um recomeço urgente e tardio. A resignação precisava ser convidada para a vida daquela mulher; ela precisava aprender que a responsabilidade pelo que ela sentia não pertencia mais aquele homem.

Ela precisava contar a mesma história sem o constrangimento de antes; ou seja; libertar-se da culpa de não ter sido suficiente para alguém. No fim, permitir que o outro fosse o que sempre foi.

Assim sendo, desejar contar a mesma história com a moldura da indiferença emocional é o motivo de sua luta diária.

Finalmente, chegará o momento que sua experiência-história - ganhará o status de testemunho de uma sobrevivente; que aprendeu como é necessário um relacionamento saudável, principalmente consigo mesma.




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